Na palma da mão, o M de Maria principia.
No mês marcado pelo M de março, essa letra — da mão e da mãe — transforma-se no M de todas as mulheres.
É como se cada mulher, ao longo da história, tivesse deixado uma pegada nesse caminho tortuoso e difícil.
No trabalho, a desigualdade insiste em se repetir: salários menores, promoções mais lentas, reconhecimento tardio.
Ao mesmo tempo, há histórias que iluminam: empreendedoras que transformam ideias em empresas sólidas, líderes que conduzem equipes com firmeza e sensibilidade, mulheres que provam, diariamente, que competência não tem gênero.
A excelência das mulheres é feita de pluralidade.
Há quem ensine, quem descubra, quem cuide, quem crie, quem decida.
Todas, em sua diversidade, compõem um mosaico de força e delicadeza, coragem e ternura.
Mas são muitos os inimigos: opressores e agressores que tolhem os caminhos da dignidade e da felicidade; brutamontes dominadores, cheios de violência e de uma pequenez sem igual.
Entre tapas e beijos, infelizmente, com o tempo, prevalecem os tapas — que avançam na ciumeira, na insanidade masculina, e que nem mesmo a lei Maria da Penha e as medidas protetivas conseguem evitar.
E TENHO DITO,
PALAVRA DE HONRA!
-09/05/2026



