Ah! A mulher de César!
Essa expressão, utilizada por filósofos, juristas e inúmeros performáticos atores, relembra que a honestidade não deve ser apenas um ato de profunda convicção — deve também transparecer em aparência e conduta.
O Banco Master, como se comenta por aí, protagoniza aquele que seria o maior rombo financeiro de todos os tempos. Em pouquíssimos anos, conseguiu envolver personalidades estratégicas em uma arquitetura repleta de más intenções.
Senadores apontam aspectos obscuros envolvendo a esposa do ministro Alexandre de Moraes, com indícios de lavagem de dinheiro oriundo de organizações criminosas — acusações que, verdadeiras ou não, devem ser apuradas nos termos da lei.
O relator da CPI do Crime Organizado no Senado Federal, senador Alessandro Vieira, afirma haver fundadas suspeitas sobre um contrato de honorários entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, o que poderia caracterizar lavagem de dinheiro de organizações criminosas.
E por aí vai!
No caso de César, as suspeitas sobre sua esposa custaram a vida do acusado de infidelidade.
Esperemos que, neste caso, prevaleça a verdade real e que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos — pelo bem da Justiça e do Supremo Tribunal Federal.
E TENHO DITO,
PALAVRA DE HONRA!



