Os cofres públicos são saqueados e os políticos que deveriam honrar o mandato transformam a investidura em uma pequena loja de horrores.
Em vez de administrar, preferem se locupletar — ou melhor, se “louco-pletar”, porque só mesmo na loucura se explica tamanha gula.
A Previdência, que deveria prever o futuro do segurado, virou uma área de prevaricação.
É como se o verbo “previdenciar” tivesse sido substituído por “prevariciar”.
E assim, em vez de garantir a seguridade de todos, garantem apenas a própria fartura.
O ladrão engravatado rouba muito e é um “ônus”, um peso para o contribuinte, um fardo para a nação.
Enquanto o aposentado espera o benefício, os ratos engravatados se empanturram, enriquecem, se recheiam, se saciam.
É um prato de corrupção com dinheiro público regado ao molho do cinismo.
Se houvesse dicionário da corrupção, “locupletar-se” seria um verbete com todos os sinônimos parlamentares, “Empanturrar-se”, “encher-se”, “abocanhar-se”.
Já os antônimos, “empobrecer” e “esvaziar”, são conjugados no bolso e no estômago dos cidadãos, dos eleitores, espoliados e assaltados, diuturnamente.
E TENHO DITO,
PALAVRA DE HONRA!
Acesse o spotify – E tenho dito, Palavra de Honra!



