O ex-comandante da Marinha afirmou que um eventual ataque à usina de Itaipu teria consequências catastróficas para o país — “acabaria com o Brasil” — ao destacar a vulnerabilidade de infraestruturas estratégicas e a dependência energética nacional. Em artigo, ele defende a elaboração de um plano robusto de defesa para proteger pontos críticos como a hidrelétrica, propondo maior integração entre as Forças Armadas, investimentos em capacidade de dissuasão e vigilância permanente dessas instalações. O militar argumenta que o cenário internacional mais instável exige preparação preventiva do Brasil para evitar ameaças externas e garantir a soberania e o funcionamento de serviços essenciais.
-09/05/2026



